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Vou te falar uma coisa... Esse terceiro ano de Amortescimento foi aquele que teve menos postagens, menos atividades por aqui, né? Acho que é uma tendência dos blogs: Nascem, crescem, e aí a o blogueiro começa a ter problemas em manter o ritmo, vai diminuindo as postagens, começa as postagens novas sempre pedindo desculpas pela ausência... Não vou fazer isso. Embora não tenha muito a dizer nesse terceiro aniversário, é animador perceber que, mesmo estando o blog bem parado, já está batendo as 65 mil visitas, mais de 15 mil esse ano. O que é um resultado muito bacana, pra um blog não muito divulgado, não muito pretensioso. Não acha?
Mais animador ainda é perceber que isso aqui que eu comecei há três anos, no impulso, permanece até hoje. Dá uma sensação boa de um tipo de microvitória, de aconchego. Já disseram que para muitas pessoas seu perfil numa rede social é sua "obra de arte", aquilo que cada um burila, lentamente, transforma, reconstrói. É a arte dos nossos tempos, transitória, evanescente. Um blog não é muito diferente, embora seja bem menos efêmero. Sempre penso que quero voltar a postar, a usar mais isso aqui... Se tornou uma daquelas promessas de ano novo. Até chegar esse dia prometido, o Amortescimento continua à deriva, sendo raramente abastecido por esse porto que insiste em mudar de lugar, mas vez ou outra entregando alguma carga preciosa numa terra estrangeira. Pelo menos essa é a minha esperança.
Até o final da semana eu posto minha nova lista de 100 filmes preferidos, como eu fiz ano passado. Depois não devemos nos ver de novo esse ano. Se quiser me encontrar, tem o o meu twtter, @tumao, e o meu tumblr, que é bem incipiente, mas vez ou outra surge com alguma surpresa.
É isso. Feliz Natal, Feliz Ano Novo. Lá vem mais um! Espero que ele esteja trazendo mais luz dentro de si.
Abraço,
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Amortescimento: 2 anos
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Esse foi um ano inconstante no Amortescimento. Para os leitores, o blog foi o que comumente se chama “caixinha de surpresas”. No começo de 2009, mais precisamente em Janeiro, Fevereiro e Março, havia posts todos os dias (úteis): críticas de filmes duas vezes por semana, uma lista às segundas, uma citação às sextas, a coluna do saudoso Lobato Légio, textos variados... Até que no meio de Abril eu fui pego por uma clamorosa crise espiritual (já avisada aqui), que me fez perder o interesse, entre outras coisas, em filmes, livros e que tais.
A crise durou um bom tempo, mas mesmo quando ela passou eu não tive o ânimo para retomar o ritmo precedente. Parei de escrever sobre cinema – embora tenha continuado vendo muitos filmes -, e praticamente abandonei o blog, para o desespero de meus leitores mais fiéis (sim, Juka e Pudim, essa é pra vocês). Passei a postar somente textos “literários”, pequenos contos e afins, até que lá pra outubro, numa conjunção de vontade de escrever despreocupadamente e pesar por estar deixando o blog abandonado, criei o “Todo Dia”, uma forma espontânea de exercitar minha imaginação e meu “dever” com o blog, que já gerou até – vejam só vocês – alguns poemas!
E agora, no ocaso desse ano, uma nova aurora se afigura no horizonte do Amortescimento. Após a publicação do episódio piloto, estreou semana passada A Série, que deve durar um bom tempo (mesmo). A “coluna” Todo Dia deve continuar também, e além delas tenho vários planos para o ano que vem. As sextas voltarão a ver publicadas citações (agora cinematográficas), Lobato Légio voltará a cumprir seu acordo comigo publicando sua coluna e, principalmente, eu voltarei a escrever sobre cinema e literatura, essas minhas paixões.
Mas tudo isso é para o ano que vem. Agora, o que importa é comemorar. Comemorar porque há dois anos atrás eu criei o Amortescimento – falando sobre mudança -, que hoje é uma das coisas mais significativas para mim; comemorar porque o blog cresceu e apareceu, e hoje tem tantos leitores (mais ou menos né); comemorar porque esses leitores são espetaculares, e me sinto honrado de ser lido por eles; comemorar, enfim, a literatura e o cinema –a vida – que passam por aqui, pois no fim das contas é para isso que o blog existe.
Os agradecimentos, já os fiz, estão todos no post de aniversário do ano passado, e não é por preguiça que não os refaço, mas porque eles existem por assim dizer eternamente naquele post (até que o nada da edição os venha fazer desaparecer), e lá estão muito bem feitos. Ainda assim, por desencargo de consciência, aí vai: MUITO OBRIGADO a todos que ajudaram o blog a ser o que é - Deus, minha família, meus amigos, meu leitores, todos vocês que conscientemente ou não estão presentes na alma imaterial do Amortescimento.
E como um presente especial para mim (com certeza) e (talvez) para vocês, quarta vai ao ar a lista com meus cem filmes preferidos, para que possamos voltar a trocar figurinhas sobre o cinema e suas expressões.
Então é isso. Obrigado por me acompanharem até aqui. A viagem tem sido boa, mas quanto mais no aproximarmos do Destino, por mais que ele se distancie, melhor ela será!
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Esse foi um ano inconstante no Amortescimento. Para os leitores, o blog foi o que comumente se chama “caixinha de surpresas”. No começo de 2009, mais precisamente em Janeiro, Fevereiro e Março, havia posts todos os dias (úteis): críticas de filmes duas vezes por semana, uma lista às segundas, uma citação às sextas, a coluna do saudoso Lobato Légio, textos variados... Até que no meio de Abril eu fui pego por uma clamorosa crise espiritual (já avisada aqui), que me fez perder o interesse, entre outras coisas, em filmes, livros e que tais.
A crise durou um bom tempo, mas mesmo quando ela passou eu não tive o ânimo para retomar o ritmo precedente. Parei de escrever sobre cinema – embora tenha continuado vendo muitos filmes -, e praticamente abandonei o blog, para o desespero de meus leitores mais fiéis (sim, Juka e Pudim, essa é pra vocês). Passei a postar somente textos “literários”, pequenos contos e afins, até que lá pra outubro, numa conjunção de vontade de escrever despreocupadamente e pesar por estar deixando o blog abandonado, criei o “Todo Dia”, uma forma espontânea de exercitar minha imaginação e meu “dever” com o blog, que já gerou até – vejam só vocês – alguns poemas!
E agora, no ocaso desse ano, uma nova aurora se afigura no horizonte do Amortescimento. Após a publicação do episódio piloto, estreou semana passada A Série, que deve durar um bom tempo (mesmo). A “coluna” Todo Dia deve continuar também, e além delas tenho vários planos para o ano que vem. As sextas voltarão a ver publicadas citações (agora cinematográficas), Lobato Légio voltará a cumprir seu acordo comigo publicando sua coluna e, principalmente, eu voltarei a escrever sobre cinema e literatura, essas minhas paixões.
Mas tudo isso é para o ano que vem. Agora, o que importa é comemorar. Comemorar porque há dois anos atrás eu criei o Amortescimento – falando sobre mudança -, que hoje é uma das coisas mais significativas para mim; comemorar porque o blog cresceu e apareceu, e hoje tem tantos leitores (mais ou menos né); comemorar porque esses leitores são espetaculares, e me sinto honrado de ser lido por eles; comemorar, enfim, a literatura e o cinema –a vida – que passam por aqui, pois no fim das contas é para isso que o blog existe.
Os agradecimentos, já os fiz, estão todos no post de aniversário do ano passado, e não é por preguiça que não os refaço, mas porque eles existem por assim dizer eternamente naquele post (até que o nada da edição os venha fazer desaparecer), e lá estão muito bem feitos. Ainda assim, por desencargo de consciência, aí vai: MUITO OBRIGADO a todos que ajudaram o blog a ser o que é - Deus, minha família, meus amigos, meu leitores, todos vocês que conscientemente ou não estão presentes na alma imaterial do Amortescimento.
E como um presente especial para mim (com certeza) e (talvez) para vocês, quarta vai ao ar a lista com meus cem filmes preferidos, para que possamos voltar a trocar figurinhas sobre o cinema e suas expressões.
Então é isso. Obrigado por me acompanharem até aqui. A viagem tem sido boa, mas quanto mais no aproximarmos do Destino, por mais que ele se distancie, melhor ela será!
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domingo, 14 de dezembro de 2008
Um Ano de Amortescimento (ou Nunca Um Post Desse Blog Teve Tantos Links)
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Um ano atrás, no dia 13 de Dezembro de 2008, terminava um ano letivo. Pela última vez na vida, eu havia estado como aluno em uma escola na qual estudara por nove anos. Para aproveitar as férias que começavam, o impulso natural de escrever e a ocasião-chave de mudança, criei um blog.
Antes dele, havia tido dois lugares parecidos onde publicava o que escrevia. O primeiro, um blog do MSN Spaces, teve vida curta: dois ou três posts, um nome complicado, e então o esquecimento. O segundo, um fotolog, bem, do Fotolog, era mais um blog do que outra coisa, na verdade, mas acabou morrendo, também, devido à insistência dos meus leitores em não comentarem o que eu escrevia.
Nesse cenário, portanto, surgia mais uma tentativa minha de ter um espaço na rede para divulgar meus escritos. Pensei durante algum tempo, e resolvi nomeá-lo com o mesmo título que criara para um proto-romance que estava (ainda estou) escrevendo, um amálgama de Amor, Morte e (Re)nascimento: Amortescimento.
O resto, perdoem-me a expressão, é história. Como bom iniciante, fui aprendendo aos poucos. No começo, ainda achava muito importante os comentários diretos das pessoas nos posts, e a falta deles (em grande parte) acabou arrefecendo a obstinação com que eu escrevia para o blog.
Depois, porém, compreendi que nem sempre as pessoas têm o que comentar, e que somente a visita, a leitura, aquele momento de intimidade entre o leitor e o escritor, já valia todo o esforço. Por isso, comecei a tratar o blog de forma mais natural, como uma obra que eu vou compondo aos poucos e os visitantes vão, por sua vez, apreciando ao seu modo.
Ainda assim, houve momentos em que as coisas desaceleraram, e muito. As férias acabaram, as idéias minguaram, o blog se tornou uma presença inconstante. O tempo, porém, tratou de resolver todos esses problemas.
Se, no início do blog, eu pretendia escrever sobre temas mais variados, Grandes e Pequenos temas da Humanidade (pomposo, não?), depois acabei notando que meus posts se direcionavam, na verdade, para a área em que se situam meus interesses e paixões. Desse modo, Cinema e Literatura, além de contos e novelas por mim produzidos, acabaram por dominar o território virtual do Amortescimento.
Com isso, só faltava uma coisa: constância. E em setembro, ela veio. Se antes os posts apareciam à medida que eu os escrevia, sem uma ordem clara identificável pelos leitores, a partir daquele mês os temas teriam dia certo para aparecer. Além disso, a partir do centésimo post, comecei a postar todos os dias úteis, sagradamente.
Devido a isso, creio, além da propaganda positiva feita por pessoas às quais tenho de agradecer (abaixo...), o volume de visitas aumentou consideravelmente. Hoje, o blog já tem mais de 15 mil page views, mais de 11 mil visitantes, e uma média diária de 120 a 130 leitores. Números razoáveis para um blog de pequeno porte, como este.
Hoje, um ano depois daquele fim de ano letivo, um ano depois daquele início de algo que é pra mim tão importante, só tenho que comemorar e agradecer. Falar sobre cinema e literatura? Pff, diversão. Escrever? Pff, diversão. Receber o carinho e o feedback dos leitores e comentaristas? Puro contentamento, satisfação, sentimento de dever cumprido.
Por isso, vou fugir um pouco agora do que é comum nesse blog. Nunca fiz desse espaço um diário ou espaço para falar sobre a minha vida. Preferia falar sobre a Arte, o Mundo, enfim, coisas mais interessantes. Agora, porém, sinto ser necessário falar um pouco de mim, o Tuma, o Thomaz Amâncio, mas para falar na verdade de outras pessoas, que foram muito importantes para esse blog se tornar o que é.
Permitam-me, então, um desvio mais pessoal.
Eu gostaria de agradecer:
A Deus, que concede, inspira, engloba e é todas essas coisas, o que está abaixo e o que está acima.
À minha família que, embora não seja freqüentadora desse blog, é a minha base e o meu sustento, a terra fértil e a água boa, e portanto também base, sustento, terra fértil e água boa do blog.
Ao Rafa, meu primo (e compadre, e irmão, e blogueiro), que tanto me influenciou, tanto me orientou, tanto me ajudou. O fato de ele ter feito os banners do blog é só um detalhe, perto de todo o resto, inclassificável, que envolve seus conselhos, seu caráter, sua presença.
À Tati, mestra e amiga (e também blogueira), por ter me instigado, me encorajado a seguir em frente, me inspirado a querer ser mais. E por ter feito propaganda do blog, que também não é algo de se jogar fora...
Aos blogueiros que são para mim uma referência, Alottoni e Azhagâl, Alexandre Inagaki, Alex Castro, Chico Fireman, Gravataí Merengue, Idelber Avelar, Nelson Moraes... a lista segue.
Aos grandes artistas, escritores e cineastas, que produziram a matéria prima a partir da qual esse blog foi construído, e ajudam a tornar a vida das pessoas sempre um pouco mais completa.
Aos leitores e comentaristas mais assíduos, Rodrigo Ciampi (que virou colunista intermitente, além de divulgador do blog), Lê, Pudim, Drica, Elienai Araújo... além dos que me incentivaram no começo, Ana, Fran, Tiago... vocês são o meu norte, a bússola que me orienta e diz para onde eu devo ir.
A todos vocês, leitores, anônimos mas queridos, por desperdiçarem alguns minutos de seus dias para vir aqui dar atenção às palavras de um cara que escreve por prazer e por não conseguir parar de fazer isso...
Agradeço a todos vocês, e a outros mais, que eu talvez tenha esquecido, e reforço aqui o que é óbvio: sem vocês, esse blog não seria nada. Vocês são tão parte dele quanto eu ou a linguagem de programação que o compõe.
Por fim, só resta cantar os parabéns e desejar ainda muitos anos de vida para esse lugarzinho virtual aqui. Mais uma vez, então, agradeço. Obrigado senhores, obrigado, gentis senhores, obrigado.
Obrigado.
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Um ano atrás, no dia 13 de Dezembro de 2008, terminava um ano letivo. Pela última vez na vida, eu havia estado como aluno em uma escola na qual estudara por nove anos. Para aproveitar as férias que começavam, o impulso natural de escrever e a ocasião-chave de mudança, criei um blog.
Antes dele, havia tido dois lugares parecidos onde publicava o que escrevia. O primeiro, um blog do MSN Spaces, teve vida curta: dois ou três posts, um nome complicado, e então o esquecimento. O segundo, um fotolog, bem, do Fotolog, era mais um blog do que outra coisa, na verdade, mas acabou morrendo, também, devido à insistência dos meus leitores em não comentarem o que eu escrevia.
Nesse cenário, portanto, surgia mais uma tentativa minha de ter um espaço na rede para divulgar meus escritos. Pensei durante algum tempo, e resolvi nomeá-lo com o mesmo título que criara para um proto-romance que estava (ainda estou) escrevendo, um amálgama de Amor, Morte e (Re)nascimento: Amortescimento.
O resto, perdoem-me a expressão, é história. Como bom iniciante, fui aprendendo aos poucos. No começo, ainda achava muito importante os comentários diretos das pessoas nos posts, e a falta deles (em grande parte) acabou arrefecendo a obstinação com que eu escrevia para o blog.
Depois, porém, compreendi que nem sempre as pessoas têm o que comentar, e que somente a visita, a leitura, aquele momento de intimidade entre o leitor e o escritor, já valia todo o esforço. Por isso, comecei a tratar o blog de forma mais natural, como uma obra que eu vou compondo aos poucos e os visitantes vão, por sua vez, apreciando ao seu modo.
Ainda assim, houve momentos em que as coisas desaceleraram, e muito. As férias acabaram, as idéias minguaram, o blog se tornou uma presença inconstante. O tempo, porém, tratou de resolver todos esses problemas.
Se, no início do blog, eu pretendia escrever sobre temas mais variados, Grandes e Pequenos temas da Humanidade (pomposo, não?), depois acabei notando que meus posts se direcionavam, na verdade, para a área em que se situam meus interesses e paixões. Desse modo, Cinema e Literatura, além de contos e novelas por mim produzidos, acabaram por dominar o território virtual do Amortescimento.
Com isso, só faltava uma coisa: constância. E em setembro, ela veio. Se antes os posts apareciam à medida que eu os escrevia, sem uma ordem clara identificável pelos leitores, a partir daquele mês os temas teriam dia certo para aparecer. Além disso, a partir do centésimo post, comecei a postar todos os dias úteis, sagradamente.
Devido a isso, creio, além da propaganda positiva feita por pessoas às quais tenho de agradecer (abaixo...), o volume de visitas aumentou consideravelmente. Hoje, o blog já tem mais de 15 mil page views, mais de 11 mil visitantes, e uma média diária de 120 a 130 leitores. Números razoáveis para um blog de pequeno porte, como este.
Hoje, um ano depois daquele fim de ano letivo, um ano depois daquele início de algo que é pra mim tão importante, só tenho que comemorar e agradecer. Falar sobre cinema e literatura? Pff, diversão. Escrever? Pff, diversão. Receber o carinho e o feedback dos leitores e comentaristas? Puro contentamento, satisfação, sentimento de dever cumprido.
Por isso, vou fugir um pouco agora do que é comum nesse blog. Nunca fiz desse espaço um diário ou espaço para falar sobre a minha vida. Preferia falar sobre a Arte, o Mundo, enfim, coisas mais interessantes. Agora, porém, sinto ser necessário falar um pouco de mim, o Tuma, o Thomaz Amâncio, mas para falar na verdade de outras pessoas, que foram muito importantes para esse blog se tornar o que é.
Permitam-me, então, um desvio mais pessoal.
Eu gostaria de agradecer:
A Deus, que concede, inspira, engloba e é todas essas coisas, o que está abaixo e o que está acima.
À minha família que, embora não seja freqüentadora desse blog, é a minha base e o meu sustento, a terra fértil e a água boa, e portanto também base, sustento, terra fértil e água boa do blog.
Ao Rafa, meu primo (e compadre, e irmão, e blogueiro), que tanto me influenciou, tanto me orientou, tanto me ajudou. O fato de ele ter feito os banners do blog é só um detalhe, perto de todo o resto, inclassificável, que envolve seus conselhos, seu caráter, sua presença.
À Tati, mestra e amiga (e também blogueira), por ter me instigado, me encorajado a seguir em frente, me inspirado a querer ser mais. E por ter feito propaganda do blog, que também não é algo de se jogar fora...
Aos blogueiros que são para mim uma referência, Alottoni e Azhagâl, Alexandre Inagaki, Alex Castro, Chico Fireman, Gravataí Merengue, Idelber Avelar, Nelson Moraes... a lista segue.
Aos grandes artistas, escritores e cineastas, que produziram a matéria prima a partir da qual esse blog foi construído, e ajudam a tornar a vida das pessoas sempre um pouco mais completa.
Aos leitores e comentaristas mais assíduos, Rodrigo Ciampi (que virou colunista intermitente, além de divulgador do blog), Lê, Pudim, Drica, Elienai Araújo... além dos que me incentivaram no começo, Ana, Fran, Tiago... vocês são o meu norte, a bússola que me orienta e diz para onde eu devo ir.
A todos vocês, leitores, anônimos mas queridos, por desperdiçarem alguns minutos de seus dias para vir aqui dar atenção às palavras de um cara que escreve por prazer e por não conseguir parar de fazer isso...
Agradeço a todos vocês, e a outros mais, que eu talvez tenha esquecido, e reforço aqui o que é óbvio: sem vocês, esse blog não seria nada. Vocês são tão parte dele quanto eu ou a linguagem de programação que o compõe.
Por fim, só resta cantar os parabéns e desejar ainda muitos anos de vida para esse lugarzinho virtual aqui. Mais uma vez, então, agradeço. Obrigado senhores, obrigado, gentis senhores, obrigado.
Obrigado.
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